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02 de Setembro de 2012
Gestão de pessoas nas micro e pequenas empresas: há diferenças?
Gerenciar pessoas é sempre um desafio, ainda mais quando se está à frente do próprio negócio
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Dados recentes do IBGE confirmam que as micro e pequenas empresas já representam 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Essas empresas são responsáveis por 60% dos 94 milhões de empregos no país e constituem 99% dos seis milhões de estabelecimentos formais existentes no Brasil. Os dados evidenciam que as pessoas estão cada vez mais buscando o sonho do próprio negócio, no entanto, alguns ainda se esquecem que a abertura de um empreendimento confere também novas responsabilidades.

Gerenciar pessoas é sempre um desafio, ainda mais quando se está à frente do próprio negócio. Há muitas dúvidas com relação a questões financeiras e administrativas, o que acaba deixando a gestão de pessoas, geralmente, na última posição das prioridades. As pequenas empresas também não costumam ter um departamento de Recursos Humanos estruturado, como o das grandes corporações. Isso, no entanto, não é motivo para negligenciar as questões de gestão. O importante é manter um modelo que se adapte à empresa e que seja construído com base na confiança mútua e profissionalismo.

Para isso, porém, é primordial ficar atento na hora da contratação, e selecionar profissionais que compartilham das mesmas visões da empresa e que acreditam na importância de sua contribuição para o crescimento da instituição. Esse, aliás, é um dos grandes desafios dos gestores na atualidade: envolver os colaboradores na causa da empresa e reter os talentos. A alta competitividade do mercado, atrelada às novas perspectivas de crescimento profissional, tem contribuído para impulsionar a rotatividade de funcionários.

Como forma de valorizar os profissionais e, também, evitar que haja uma grande taxa de turnover, é preciso investir na construção de um ambiente de trabalho agradável, no qual os colaboradores possam ter voz e oportunidade de se desenvolverem profissionalmente. Acredito que erros sempre vão acontecer, mas eles são importantes para conseguirmos acertos no futuro e encontrarmos o equilíbrio na gestão de pessoas.

Para mim, mais importante do que ter um bom profissional na empresa, é ter colaboradores de caráter e confiáveis. Aprendi que, além de competência, ter índole é também muito importante, já que o funcionário é a “cara” da empresa. É por isso que aqui, na Wesco, investimos no diálogo aberto e na construção de um ambiente agradável para todos.

Fonte: administradores.com.br